quinta-feira, 28 de maio de 2015

QUEM É O MEU PRÓXIMO?

Olá, queridos(as) amigos(as)!
Hoje vamos estudar  a Parábola do Bom Samaritano, q se encontra em Lc.10:25-37.
Enfocando quais as principais preocupações da fé e da vida cristã. Vou dividí-la em 10 partes, p uma melhor compreensão.
Esta parábola mostra a dimensão horizontal do amor q deve caracterizar a vida humana, recusando-se a reconhecer qualquer barreira entre os seres humanos e vivendo dentro da definiçaõ de próximo dada por Jesus: tds são filhos de Deus e merecem ser amados e tratados de maneira igual.
Um doutor da lei, queria por a prova Jesus e Lhe pergunta:
1. "Mestre, q farei p herdar a vida eterna?" (v.25).
Ele queria herdar a vida eterna, nós tbém queremos. Mas, ele havia crescido com a falsa noção de q a vida eterna é algo q alguém pode conquistar por meio de boas obras. Será q não fazemos o mesmo?
Apesar de sabermos q a vida eterna só vem por intermédio de Jesus, de Seu sacrifício expiatório na cruz; pois o salário do pecado é a morte. O doutor da lei não sabia e pior, não queria saber. E nós?
2. "Q está escrito na Lei? Como interpretas?" (v.26).
Ele sabia a resposta e a deu a Jesus: "Amarás o Senhor, teu Deus, de td o teu coração, de td a tua alma, de tds as tuas forças e de td o teu entendimento" (Dt.6:5) e, "Amarás o teu próximo como a ti mesmo"(Lv.!9:18). Os doutores da lei, traziam junto a testa e ao braço esquerdo uma bolsinha de couro, o filactério, que continha uma faixa de pergaminho com passagens bíblicas, q eles usavam em suas orações matinais e p lembrarem-se delas. Ele tinha e sabia a resposta, mas não no coração, na vida prática, no seu dia-a-dia. Jesus conduziu o doutor da lei a uma grande verdade: a vida eterna não é questão de guardar regras, mas requer amor a Deus, de maneira absoluta e sem reservas,...amor à criação de Deus - ... ao próximo. Não sabemos se foi por arrogância, por ignorância, p se justificar ,ou p continuar testando a Jesus, ele ainda pergunta:
3. "Quem é o meu próximo?" (v.29).
Ele sabia a resposta, era um doutor da lei, especialista das leis judaica; pois em Lv. 19:18 q citou, dizia q o "próximo são os filhos do teu povo"; q ele omitiu. Jesus, em vez de dar uma resposta imediata à pergunta do doutor, ou entrar numa disputa teológica com ele e com aqueles q estavam observando o episódio,...fez com q o doutor e os ouvintes se erguessem a um plano + elevado. Jesus então lhes conta a parábola do bom samaritano:
4. "Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e, veio a cair em mãos de salteadores..." (v.30). 
Jesus não identificou a etnia e o status do homem, mas deixou óbvio q era um judeu. O homem estava ferido, quase semimorto e passou um sacerdote e um levita, ambos judeus. Quem sabe se perguntaram: O q nos aconteceria se parássemos p ajudar esse homem? Provavelmente não o ajudaram por que iriam se contaminar com os ferimentos e, se tornariam impuros; com isto não poderiam participar de nada no santuário de Jerusalém. Mas, e a verdadeira religião onde estava, ficou onde? Será q não fazemos o mesmo? Qdo alguém quer apenas desabafar, conversar e, não temos tempo p ouvir. Qdo alguém está ferido pela morte de alguém querido e, não paramos p confortá-lo. Qdo alguém está com fome, sedento, com frio e, não damos tudo o q ele precisa. Qdo alguém nos pede algo emprestado, principalmente dinheiro e, não damos com medo de ele nunca devolver. Qdo alguém está doente e, não o visitamos, providenciamos os remédios necessários e até cuidados. Qual é a nossa atitude diante de tudo isto? E o + interessante é q os dois judeus, o sacerdote e o levita, certamente estavam entre a multidão ouvindo. Veja a citação da autora E.G.White, no livro Desejado de Todas as Nações, p. 499: Isso não era uma cena imaginária, mas uma ocorrência verídica, q se sabia ser tal qual era apresentada, O sacerdote e o levita q tinham passado de largo, encontravam-se entre o grupo q escutava as palavras de Cristo.
5. "Certo samaritano...vendo-o, compadeceu-se dele." (v.33).
Talvez tenha se perguntado: O q aconteceria a esse homem se eu não o ajudasse? O q o samaritano fez, além de compadecer-se?  Ele "aplicou óleo e vinho", deve ter enfaixado os ferimentos tbém; pois o colocou " sobre o seu animal, levou-o p uma hospedaria e tratou dele" (v.34).
6. "No dia seguinte, tirou 2 denários e os entregou ao hospedeiro," (v.35).
Veja, ele passou a noite toda cuidando dele. O q ele ainda fez? Pagou o  hospedeiro. Um denário de prata, correspondia ao salário diário de um trabalhador, dava p comprar em torno de 8 k. de pão. Denarius, vem do latim, fazia parte do sistema monetário romano, denaro em italiano e, de onde hoje se deriva a palavra dinheiro em português; dinero (espanhol), dinier (francês) e dinar (países árabes). E ainda diz para o hospedeiro:
7."Cuida deste homem e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei qdo voltar" (v.35). Prometeu pagar na sua volta, qualquer despesa q houvesse a mais. Q despreendimento! Não esperava ganhar nada em troca. E Jesus pergunta ao doutor da lei: 
8. "Qual destes 3 te parece ter sido o próximo do homem q caiu nas maõs dos salteadores?" (v.36).
O ódio e a animosidade marcavam o relacionamente entre judeus e samaritanos, e na época de Jesus a inimizade entre os dois povos só havia piorado (Lc.9:51-54; Jo.4:9). E, Jesus faz esta  pergunta a um judeu , um doutor, um intérprete da Lei. E ele responde:
9. "O q usou de misericórdia para com ele" (v.37).
Deve ter sido muito difícil p o doutor da lei, ter q responder isto;  pois Jesus fez o samaritano parecer um herói. ...Jesus tornou evidente a ideia q queria transmitir, nesse caso p os judeus, de maneira ainda + forte do q teria sido de outra forma. Notem, ele nem mesmo disse: samaritano mas, o que usou.  E Jesus lhe responde, orienta:
10. "Vai e procede tu de igual modo" (v.37).
Jesus deixou bem claro a definição do verdadeiro amor, como algo sem limites. Além do fato de q ele (o samaritano), fez tudo isso a um homem q possivelmente fosse  um judeu. No início da parábola, como já vimos, Jesus diz que o homem descia de Jerusalém e, com ela Ele tbém revelou q o verdadeiro amor não tem fronteiras. (LES, abr.mai.jun.2015, CPB).

A verdadeira religião requer prática. Deve capacitar cada um de nós a um desempenho fiel, de quaisquer deveres da vida.
Não devemos ser indolentes e nem ociosos. Devemos usar os dons q Deus nos deu e multiplicar pelo uso constante e diário.
Devemos ser modelo de correção em todas as relações da vida. Fazer... um trabalho..., de acordo com nossa capacidade,...tendo em vista a glória de Seu nome. (Fundamentos da Educ.Cristã, p.419,420).
É a obediência aos mandamentos de Deus, q molda o caráter segundo a semelhança divina.
Deixar alguém sofrer sem o auxiliar, é uma brecha na lei de Deus...Quem ama a Deus, não somente ama seu semelhante, mas olhará com terna compaixão as criaturas feitas por Ele. Qdo o Espírito de Deus está em um homem, leva-o a aliviar em vez de causar sofrimento.... Devemos ser cooperadores de Deus...Nossos semelhantes não são apenas os vizinhos e amigos especiais, não são meramente os q pertencem à nossa igreja, ou q pensam como nós. Nossos semelhantes são a família humana inteira. Cumpri-nos fazer o bem a todos e, especialmente aos q são domésticos da fé... significa cumprir a lei. Amar supremamente a Deus, e ao próximo como a nós mesmos. (Filhos e Filhas de Deus, MM 1956, p.52).

Pensem nisto!








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